Em assembleia realizada em 22/2, a categoria rejeitou proposta do Metrô de pagamento da Participação de Lucros  em três parcelas. Também decidiu suspender a greve de 24 horas que estava marcada para 23/2 e realizar nova assembleia em 6/3, com indicativo de greve por tempo indeterminado a partir de 7/3.

Durante audiência no TRT na manhã de 22/2, a empresa ofereceu metade da Participação de Lucros do ano passado em duas vezes. No final da tarde enviou nova proposta que, de acordo com o Sindicato, privilegia  os altos salários da empresa e com pagamento parcelado em três vezes, sendo a última em setembro. Os metroviários rejeitaram a proposta.

No ano passado, os funcionários teriam recebido, no mínimo, R$ 5,2 mil como PR. No total, o governo gastaria cerca de R$ 70 milhões com o pagamento pela participação. “A posição do Tribunal foi que o Metrô pague essa PR como renovação do acordo anterior”, disse Raimundo Cordeiro, coordenador-geral do sindicato. Atualmente, trabalham no Metrô cerca de 9.200 pessoas.

A assembleia votou algumas ações para os próximos dias:

Dia 6/3:

  • retirada de uniforme
  • utilização a partir deste dia de um adesivo relativo ao 8/3 (Dia Internacional de Luta das Mulheres) para todas as áreas
  • 6/3: assembleia

Dia 7/3:

  • greve por tempo indeterminado

Dia 15/3:

  • paralisação de 24 horas contra as reformas trabalhista e da Previdência

A Secretaria de Transportes Metropolitanos, responsável pelo Metrô de São Paulo, ainda não se pronunciou a respeito.  Em 2016, a Participação de Resultados foi de no mínimo R$ 5,2 mil por funcionário.    Atualmente, trabalham no Metrô cerca de 9.200 pessoas. A estimativa de gastos do governo, para o pagamento da Participação de Resultados  é de cerca de  R$ 70 milhões.

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