A Prefeitura de São Paulo assinou nesta semana (31/10/2017) um acordo de cooperação técnica com a Prefeitura do Rio de Janeiro para troca de experiências, aquisição de medicamentos e a definição conjunta de modelos e operações para melhorias na gestão da assistência à Saúde prestada pelos municípios. << Em março, o governo municipal de São Paulo já havia fechado acordo de parceria com a Prefeitura de Teresina. Acertados projetos nas áreas de iluminação pública, resíduos sólidos, parques e cemitérios. Além disso, a capital do Piauí também conta com o apoio de São Paulo para implantar um vale transporte similar ao Bilhete Único, já nos próximos meses >>.

Com a parceria, as secretarias municipais de Saúde das duas cidades poderão, por exemplo, fazer o lançamento de licitações conjuntas para a compra de medicamentos e outros insumos, medida que tem como objetivo baixar os custos e economizar recursos dos cofres públicos.

O acordo também prevê a replicação do programa Corujão da Saúde na capital fluminense. Iniciado no dia 10 de janeiro em São Paulo, o programa já realizou 1.198.427 exames de densitometria, ecocardiografia, mamografia, ressonância, tomografia e ultrassonografia, zerando a fila de 485.300 exames de imagem de usuários que estavam na espera desde o ano passado.

A parceria busca avançar e melhorar o controle da administração de contratos de gestão, visando a economia e otimização na gestão de recursos públicos. Também serão realizados estudos, pesquisas e ações com vistas à prevenção de judicialização das demandas relacionadas à saúde, e à reestruturação do modelo assistencial de ambos os municípios.

Serão criados, ao menos, cinco Grupos de Trabalho (GTs) para atingir estes objetivos. Um deles estará voltado ao Estudo da Viabilidade de Compras Conjuntas, tendo como escopo o desenvolvimento de mecanismos que possibilitem as aquisições de medicamentos, um estudo para analisar a viabilidade da realização de um consórcio intermunicipal como forma de otimizar a utilização de recursos públicos em saúde, além da elaboração de um protocolo de intenções, caso seja viável.

Os GTs terão 180 dias, a partir da assinatura do acordo, para apresentar seus planos de trabalho bem como o cronograma de metas das ações, com publicação destas nos respectivos diários oficiais das duas cidades. Os grupos ainda devem apresentar a cada seis meses os relatórios com o andamento das ações realizadas. A expectativa é que já nas próximas licitações para a aquisição de medicamentos haja uma economia de 20% com a compra conjunta de insumos.

“Será uma importante troca de experiências com benefícios para os moradores das duas cidades. Integrar esforços para melhorar o atendimento em saúde destas duas metrópoles, de características geográficas tão distintas, significará um grande aprendizado para todos os envolvidos, sem dúvida”, afirma Wilson Modesto Pollara, secretário municipal de Saúde de São Paulo.

Anualmente, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Paulo gasta R$ 326 milhões na compra de suprimentos, com verbas municipal e federal. São 1.234 itens fornecidos aos equipamentos de saúde e à população, entre medicamentos, materiais hospitalares, odontológicos e laboratorial. No momento, estão em vigência 760 atas de registro de preço, além de 500 processos licitatórios.

Parcerias == A parceria entre as duas prefeituras teve início com a assinatura do termo de cooperação para o desenvolvimento e a implantação de aplicativo para taxistas da cidade, o Táxi SP.  O objetivo é atrair os usuários que passaram ao longo do ano a utilizar aplicativos de transporte de passageiros. Com este novo sistema, o taxista poderá captar corridas, a um custo inferior aos praticados por aplicativos no mercado.  << Com apoio de informações/fonte: Secretaria Especial de Comunicação – Secom/PMSP >>

 

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