No dia 30/11/2017 houve a Audiência Pública na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), presidida pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL), o DiárioZonaNorte publicou reportagem – ver link: http://bit.ly/2kCQEOI .  Os alunos, professores e funcionários preparam um doissê para ser entregue ao deputado, que deverá dar sequência nos encaminhamentos. A Assessoria de Imprensa do deputado preparou nota, que saiu publicada no Diário Oficial-Legislativo nesta 6ª feira (08/12/2017), conforme segue abaixo:

“CRISE NA UNISANT´ANNA” ===  Sucessivas greves de professores motivadas pelo não pagamento de quatro meses de salário comprometeram irremediavelmente o segundo semestre de 2017 para a maior parte dos 16 mil alunos do Centro Universitário UniSant’Anna, já que será impossível o cumprimento da carga horária mínima, ainda que o ano letivo estenda-se até fevereiro de 2008. A situação caótica em que chegou a instituição gerida pela família Placucci fez com que representantes dos estudantes pedissem a interveniência do deputado Carlos Giannazi, que promoveu em 30/11 audiência pública com docentes, funcionários, sindicatos, alunos e a pró-reitora administrativa Maria Betânia Placucci Bari.

Depois de enumerar uma série de acordos descumpridos pela universidade, o vice-presidente do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro/SP) Fábio Zambon informou ter sido decidido em assembleia que os docentes só voltarão ao trabalho após o recebimento dos atrasados. Já o advogado do Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar (Saaesp) Gustavo Amidani informou que, após várias promessas não cumpridas, os funcionários não acreditam mais em diálogo e optaram pela via judicial. Ele explicou que, enquanto os professores costumam ter mais de um emprego, isso não acontece com os trabalhadores da área administrativa, o que torna sua situação insustentável.

Entre as mais graves denúncias levadas pelos universitários esteve a negativa de expedição do histórico acadêmico, que impossibilita a transferência para outras faculdades. Eles também mostraram-se indignados em ter de continuar pagando as mensalidades mesmo ser haver aulas, sob pena de terem seus nomes inscritos nos órgãos de proteção ao crédito. Durante a audiência, os estudantes afirmaram não acreditar mais  em qualquer promessa da pró-reitora.

Diante da gravidade da situação, Giannazi comprometeu-se a acionar os órgãos governamentais aptos a intervir na UniSant’Anna, como o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Educação, os Ministérios Públicos Estadual e Federal e as comissões de Educação da Assembleia, da Câmara e do Senado. Como a entidade recebe recursos federais por meio do Fies e do Prouni, também será acionado o Tribunal de Contas da União (TCU). << Com apoio de informações/fonte: Assessoria do deputado estadual Carlos Giannazi – PSOL >>

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