São 21 mortes confirmadas com febre amarela e 40 casos em observação, desde 2017 até o momento, informa o balanço semanal (*) divulgado nesta 6ª feira (12/01/2018) pela Secretaria de Estado da Saúde. Os locais de infecção foram os municípios de Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Batatais, Itatiba, Jarinu, Mairiporã, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Santa Lucia e São João da Boa Vista. Os demais casos autóctones, sem óbitos, têm como locais de infecção os municípios de Águas da Prata, Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Caieiras, Campinas, Itatiba, Jundiaí, Mairiporã, Mococa/Cassia dos Coqueiros, Santa Cruz do Rio Pardo e Tuiti. Não há casos de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. === (*) os boletins serão divulgados uma vez por semana, às 6ªs. feiras pela Secretaria de Estado da Saúde.

Em relação às epizootias (morte ou adoecimento de primatas não humanos, como macacos, bugios e outros), ocorreram 2.491, entre julho de 2016 até o momento, com a confirmação de positividade em 617 animais por meio de análise laboratorial pelo Instituto Adolfo Lutz, sendo 61,5% deles na região de Campinas. 

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informa que intensificou as medidas preventivas contra a febre amarela no Estado desde o início de 2016, por meio de monitoramento da circulação do vírus nos chamados corredores ecológicos e vacinação.

Somente em 2017 foram vacinadas no Estado 7 milhões de pessoas, o que representa praticamente o dobro do número de imunizados ao longo dos dez anos anteriores. Entre os dias 3 e 24 de fevereiro será realizada uma campanha inédita de vacinação para proteger pessoas que residem em locais ainda não alcançados pelo vírus da doença.

Nessa imunização especial e preventiva, que tem como objetivo imunizar mais 6,3 milhões de pessoas, serão utilizadas doses fracionadas da vacina, que assegura proteção por pelo menos oito anos. Com isso, até o final de fevereiro cerca de metade da população paulista estará imunizada contra a doença.

A iniciativa dá continuidade ao trabalho que a pasta desenvolve nos últimos dois anos, que abrange o monitoramento da circulação do vírus – com acompanhamento de mosquitos, macacos e casos humanos – e a intensificação da vacinação em diversas regiões, como fez na zona Norte da capital e nas regiões de Osasco, Jundiaí e Alto Tietê.

As pessoas que residem em locais ainda não alcançados pelo vírus da febre amarela e que não irão viajar para áreas consideradas de risco nas próximas semanas devem aguardar o início da campanha para receberem a vacina. Quem já tomou a vacina não precisa receber uma segunda dose. As pessoas ainda não imunizadas que forem viajar para áreas de risco ou para países que exigem vacinação contra a febre amarela devem tomar uma dose dez dias antes do deslocamento. << Com apoio de informações/fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde >>

Dose padrão da vacina contra febre amarela é necessária para quem vai viajar

Quem for viajar a países que exijam o certificado internacional de vacinação contra a febre amarela, emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deve tomar a vacina padrão, mesmo que tenha tomado a dose fracionada.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva que será implementada em áreas selecionadas, durante período determinado de 15 dias, informou o Ministério da Saúde.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os viajantes internacionais fazem parte do grupo de pessoas não indicadas a receber a vacina fracionada – gestantes, crianças de nove meses a menores de dois anos e indivíduos com condições clínicas especiais (portadores de HIV/Aids, pacientes ao final do tratamento de quimioterapia e aqueles com doenças hematológicas, entre outras).

A campanha de vacinação contra febre amarela com doses fracionadas foi lançada esta semana pelo Ministério da Saúde e tem por objetivo aumentar a cobertura vacinal do país. A vacinação fracionada será adotada nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e da Bahia.

Os moradores dessas cidades, caso recebam a dose fracionada, mas decidam viajar a um país que exija o certificado internacional de vacina contra a febre amarela, precisam tomar a dose padrão, segundo a Anvisa.

A Anvisa alerta que não será emitido, “em hipótese alguma”, o certificado internacional a quem apresentar o comprovante de vacinação fracionada. É preciso tomar a dose padrão, em qualquer unidade de saúde. No entanto, é necessário apresentar um comprovante da viagem, por exemplo, o bilhete da passagem.

“A estratégia de fracionamento da vacina é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias [conceito utilizado em veterinária e ecologia das populações para qualificar uma enfermidade contagiosa que ataca um número inusitado de animais ao mesmo tempo e na mesma região] e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional e que não tinham recomendação para vacinação anteriormente”, diz o Ministério da Saúde. << Com apoio de informações/fonte: Empresa Brasil de Comunicação-EBC -// Aécio Amado – Repórter da Agência Brasil >>

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