Conhecidos pela fácil adaptação a espaços pequenos e perfil independente, os gatos estão conquistando os lares brasileiros. Porém, assim como os outros pets eles também demandam atenção especial.

Ser dono de gato virou sinônimo de praticidade para quem sempre quis ter um animal de estimação, mas não possui espaço e um longo tempo para dedicar-se ao animal. A independência, tranquilidade e higiene são fatores que contribuem para que os felinos disputem o posto de pet mais popular com os cães. Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) são 37,1 milhões de cães em comparação com uma população crescente de 21,3 milhões de gatos.

Ainda segundo a Associação, a população felina cresce em média 8% ao ano o que levará ao número de 40 milhões de gatos em 2022. Mesmo que considerados autossuficientes, os gatos também precisam de atenção especial como os demais pets, pois existem doenças que atingem com maior frequência a espécie, principalmente as que são ligadas aos sistemas respiratório e urinário.

Dentre as doenças que afetam a função respiratória estão a Rinotraqueíte Viral Felina, a Calicivirose e a Clamidiose. A Rinotraqueíte se manifesta por espirros, febre, rinite e salivação; já a Calicivirose é caracterizada por tosse, espirros e corrimentos nasais, além do aparecimento de úlceras na língua, céu da boca e focinho do animal. A Clamidiose prejudica tanto o trato respiratório quanto o ocular, provocando sintomas como os da conjuntivite e da rinite. Os felinos também podem ser acometidos pela Panleucopenia Felina, doença que causa diarreia e pode levar o animal a morte, semelhante ao que acontece aos cães quando contaminados pela tão conhecida Parvovirose.

“Ter um gato como animal de estimação pode parecer simples devido sua fácil adaptação a espaços pequenos, independência ou a economia com banho e tosa. Porém eles possuem necessidades especiais e, assim como os cães, também precisam ter a vacinação em dia. Como as doenças respiratórias são recorrentes, é preciso estar atento à alimentação do animal, pois eles usam mais o olfato para alimentação do que os cães, podendo perder o apetite devido a esse problema”, explica Jaime Dias, gerente de animais de companhia da Merial.

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