O prefeito João Doria Jr. pegou os últimos dias para dedicar atenção especial à Zona Norte. No sábado, esteve no Cidade Linda no final da Avenida Cruzeiro do Sul, onde acompanhou o início da operação com os serviços de zeladoria, ao lado da prefeita Rosmary Corrêa (Delegada Rose) – ver detalhes na reportagem clicando aqui . Já no domingo, esteve com o Mutirão Mário Covas-Calçada Nova, na Freguesia do Ó, ciceroneado pelo prefeito regional Roberto Godoi – ver detalhes na reportagem clicando aqui.

“Dória está chegando!” === E agora, nesta 4ª feira (22/03/2017), realizou a “visita surpresa” – acontece semanalmente, às 15 horas – na Prefeitura Regional da Vila Maria/Vila Guilherme/Vila Medeiros. Como de praxe, o prefeito regional Dário José Barreto só foi comunicado com 10 minutos de antecedência à chegada do prefeito Doria, quando este já estava quase adentrando ao estacionamento. Ninguém sabia o que ia acontecer, do mesmo modo em outras prefeituras regionais – da Zona Norte/Nordeste, a primeira que recebeu a “visita surpresa” foi a de Santana/Tucuruvi/Mandaqui.

“A visita tem início” === Ninguém esperava e o prefeito Doria foi entrando na Praça de Atendimento, conversando com as pessoas. Querendo informações, ao lado do prefeito regional. Foi levado a algumas salas e viu como é o atendimento. Em seguida, subiu as escadas (até agora, desde a inauguração do prédio, não foi liberada a verba para um elevador) para acessar os  outros setores da prefeitura regional. Andou, conversou e tirou fotos/selfies com os funcionários.  O prefeito também foi conhecer o espaço com uma aula em curso da Agência São Paulo de Desenvolvimento (Adesampa), órgão de desenvolvimento  da Secretaria Municipal de Trabalho e Empreendedorismo (SMTE).

“Um problema a menos” == Chegou à janela da parte lateral do prédio e pode observar o que aconteceu com o desmoronamento de terra – há  seis  anos, que atingiu a parte dos fundos da Capela de Nossa Senhora de Fátima e interditou várias casas. Essa área compromete até o terreno e o prédio onde está localizada a Prefeitura Regional, que está na parte de cima. Muita luta e a verba de R$ 3.762.717,24 (valor da licitação). O prefeito Doria ficou contente em saber pelo prefeito regional Dário que o assunto foi resolvido agora no início da gestão. (Ver detalhes na reportagem clicando  aqui). O processo está em andamento, em licitação, com escolha da construtora vencedora, nos próximos dias — ver reportagem no link: http://bit.ly/2mWEpIY

“O interesse para melhorar” == O prefeito ainda caminhou pelos corredores da Prefeitura Regional, visitou outras salas e conversou com funcionários, sempre preocupado em saber “está tudo bem?” ou “precisa de alguma coisa?”. Ele conheceu todas as dependências da prefeitura regional, conversou com funcionários sobre as rotinas de trabalhos e se inteirou das principais demandas que o prédio da regional precisa para melhorar a sua estrutura. Sempre de modo gentil, alegre, educado e dando sorrisos. E depois de cerca de quase meia hora, dirigiu-se para o carro oficial, no estacionamento. E dali, novas visitas surpresas, que sempre contemplam o lado da saúde e da educação.

“Agora, a visita à uma UBS” === Uma quadra do prédio da Prefeitura Regional, atrás do Bosque, o prefeito Doria foi levado à Unidade Básica de Saúde – UBS Luiz Paulo Gnecco, onde foi recebido pela gerente Ana, que o acompanhou o tempo todo na visita. Andou pelos corredores, conversando com funcionários e pacientes. Chegou às salas de médicos, de vacinas, de inalação e outras. Sempre fazendo perguntas sobre o funcionamento e as necessidades do local.  Em uma sala de reuniões encontrou um grupo de pacientes com diabetes. E senhoras ficaram surpresas com a visita e o abraçaram. Um senhor reclamou que está tendo problemas para ser atendido por um especialista, havendo uma burocracia neste encaminhamento. O prefeito Dória ficou preocupado e quer que a gerente pegue os detalhes do caso e busque uma solução. “Eu vou cobrar isto!”, lembrou o prefeito.

“Ouvindo os pacientes” == Nesta sala, outra senhora sentada o tempo todo só observava a movimentação. Quando o prefeito estava para sair, despedindo-se com todos e até repetindo “Fiquem com Deus!”, ela não se conteve e chegou ao ouvido do prefeito: “O senhor já foi no Vermelhinho?”. O prefeito ficou sem ação e não entendeu o “Vermelhinho”. Alguém da comitiva informou: “É o Hospital Municipal José Storópoli!”. Mas a senhora nada acrescentou, mas deixou no ar: “É bom o Sr. ir lá para ver..”, insinuando que as coisas no hospital não estão muito boas. O prefeito Doria informou que vai ver o caso e o que acontece. E deixou a sala.

“Cadê os remédios?” === A visita seguiu adiante e o prefeito passa em frente ao guichê da farmácia onde são entregues os medicamentos. Um senhor está com a receita e reclama que está faltando algum medicamento, mas acho que melhorou: “Com o senhor já melhorou e chegaram alguns medicamentos que não tinha antes…  melhorou acho que 60 por cento! Já tá bom.”, disse ele. Mas o prefeito pediu à atendente que relacionasse os medicamentos para ser entregue a lista para ele, no final da visita. Isto aconteceu e imediatamente o prefeito sacou o celular e ligou para o Secretário Municipal da Saúde, Dr. Wilson Pollara . Explicou que estava naquela UBS e viu que alguns remédios ainda não estão no estoque e combinou que um de seus auxiliares enviaria a relação pelo WhatsApp para tomar medidas urgentes.

“Vamos melhorar a aparência!” === O prefeito Dória ainda foi apresentado para o Dr. João, diretor técnico da Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina. – SPDM – que é uma Organização de Saúde responsável pela região – e continuou sua caminhada, chegando a uma sala de inalação e perguntou se estava tudo bem com os equipamentos – o que foi respondido positivamente. Neste ínterim, a gerente da UBS fala da manutenção do espaço e da pintura. O prefeito concorda que é necessário uma reforma e pintura: “Precisa falar com a prefeitura regional para ajudar – eu vou falar com o Dário!”.

“Sem crachás e Fiquem com Deus!” === Na saída, o prefeito Doria conversa com outros pacientes e funcionários. E sempre despedindo-se com alegria, beijos e o “Fiquem com Deus!”. E ainda deu tempo para chamar a atenção da gerente da UBS por causa dos funcionários da recepção trabalhando sem crachás. “Ele precisam ter os nomes expostos. Sem não o crachá oficial, pelo menor o improvisado com o nome!”, finalizou o prefeito.

 “A vez das crianças” === Saindo da UBS, na mesma rua, no prédio ao lado tem a Escola Municipal de Ensino Infantil-EMEI Eduardo Carlos Pereira. Foram alguns passos até lá e o portão estava fechado com cadeados. Os auxiliares do prefeito tentaram abrir, mas logo veio a diretora até o local. Ela estava completamente surpresa da visita inesperada. E o prefeito foi entrando e fazendo perguntas sobre as condições do local.

Logo na entrada, a reclamação que o teto de amianto tem alguns buracos com problemas durante as chuvas.  Visitou o banheiro dos meninos e, ao sair, o prefeito reclamou que não tinha sabonete liquido no recipiente. A gerente e professoras não souberam responder de imediato, dizendo depois que não foi entregue pela empresa encarregada. O prefeito disse que isto não pode acontecer e que esse material, como o papel higiênico, são fundamentais e não podem faltar. Pediu providências.

Andou pelas salas e no refeitório sempre cumprimentando as crianças com o gesto de mão fechada e mão aberta.  O prefeito brincou muito com as crianças, ficou agachado, mostrou interesse e fez recomendações.  Perguntou que dia era comemorado na data (Dia Mundial da Água) e sua importância. Foi conferir as bandejas do refeitório com o que está sendo servido para as crianças e quis saber da sobremesa. E pegou uma taça de gelatina e comeu até o fim, elogiando a qualidade e dando os parabéns para as cozinheiras da empresa SHA, que é uma terceirizada pela prefeitura.

“Vamos melhorar e cortar o mato!” == No final, foi conferir o mato alto que já havia reclamação quando chegou à EMEI. E viu que realmente o mato está alto encobrindo alguns brinquedos do playground. A diretora da escola informou que outra área com mato alto já tinha metade cortada por um grupo da Igreja  Adventista do Sétimo Dia  e também pelos escoteiros da região. O prefeito achou muito bom a ajuda deles como voluntários e ajudando a comunidade.

Viu também que tem um espaço bom com quadra de esportes, mas que não pode ser utilizada. Nem mesmo tem os equipamentos básicos, como trave de futebol de salão e cesta de basquete. E nem cobertura para os dias de chuva ou muito Sol. E novamente pegou o celular e falou, desta vez, com o Secretário Municipal da Educação, Alexandre Schneider, para tomar as providências com os problemas encontrados: o corte do mato (“ainda nesta semana”), o telhado (“o mais urgente”) e a quadra com cobertura (“mais adiante”).  Fiquei muito feliz de ver o engajamento das professoras e das gestoras. Uma escola nota seis, vamos trabalhar para que isso possa melhorar”, disse o prefeito.

“Quem será o próximo na visita?” === E mais uma “visita surpresa” ficou marcada na agenda corrida do prefeito, que foi acelerado pelos seus auxiliares para os próximos compromissos na sede da Prefeitura, no centro da cidade.  Outras ações como esta já foram realizadas nas regiões de Capela do Socorro, Guaianases, Vila Mariana, Santana/Tucuruvi/Mandaqui, Mooca, Campo Limpo, Butantã, Sapopemba, M´Boi Mirim e Perus.  Agora, ficam nas expectativas as prefeituras regionais da Zona Norte, que ainda não receberam a “visita surpresa”: Jaçanã/Tremembé, Casa Verde/Cachoeirinha/Limão, Freguesia do Ó/Brasilândia, Pirituba/Jaraguá e Perus – essas três últimas na Zona Norte/Noroeste

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