O prefeito João Doria e o secretário municipal de Cultura, André Sturm, apresentam nesta 5ª feira (16/03/2017) o programa “Biblioteca Viva”, que irá reestruturar os 54 equipamentos de leitura administrados pela Prefeitura de São Paulo. Serão nove eixos de transformação, com foco no leitor e na otimização dos espaços para que se tornem polos culturais em todas as regiões que estão localizados.

 A ideia é oferecer nas bibliotecas opções em diversas linguagens como teatro, dança, música, circo, entre outras, com regularidade, especialmente aos fins de semana, e assim ampliar o leque de ações que ocorrem nestes ambientes, transformando as bibliotecas em espaços multiculturais. Haverá também mudança na categorização dos livros, tornando-a mais atrativa ao público, e na disposição das obras nas prateleiras.

 O modelo é inspirado em iniciativas internacionais que foram colocadas em prática em cidades como Medellín, na Colômbia. As ações prometem transformar a relação dos leitores com esses espaços de diversão, cultura e lazer, inclusive aos finais de semana.

 Eixos de transformação:

1- Ampliação do horário de atendimento: todas as bibliotecas públicas funcionarão aos domingos, por um período de pelo menos 4 horas. Esta operação foi combinada em reuniões entre o secretário André Sturm e os coordenadores regionais e bibliotecários.

2 – Wi-fi livre e gratuito em todas as bibliotecas: 19 delas já oferecem o serviço;

3 – Mapeamento do acervo e reformulação da política de aquisição para melhorar a oferta de lançamentos;

4 – Alterar a exposição dos livros de forma que sejam visualizados pelas capas e não mais apenas pelas lombadas;

5 – Programação artística: regularidade na oferta de atividades de diversas linguagens como dança, teatro, música, circo etc. A ideia é transformar a biblioteca em um espaço de uso múltiplo.

6- Novas categorias de organização como humor, amor, literatura policial, ficção científica, fantasia, mangás, etc., que são mais atrativas para o público;

7- Treinamento das equipes que atuam nas bibliotecas públicas por meio de cursos de atualização e atividades culturais para formação;

8- Embaixadores das bibliotecas: autores consagrados que apadrinham as bibliotecas e se envolvem na curadoria de programações literárias;

9- Integração das bibliotecas com os saraus literários, que ocupam uma cena cultural vibrante e poderão circular pelas unidades da rede levando propostas contemporâneas de interação com a literatura.

 Com essas transformações, a Secretaria Municipal de Cultura espera que, no máximo em três meses, já será possível notar a diferença no serviço prestado pelas bibliotecas públicas. “Mais do que um ambiente para armazenar um acervo de livros, as bibliotecas precisam ser compreendidas como espaço de convivência e diversão. Por isso, é tão importante mudar o foco do livro para o leitor”, enfatiza André Sturm. <<Informações/Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação – Secom/PMSP>>

Assista o vídeo:

https://youtu.be/1LKEK7oTbNI

 

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