Uma das equipes caça-fraudes da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo –  Sabesp flagrou a prática de furto de água em um bar de grande porte localizado na avenida Engenheiro Caetano Álvares (entre as ruas Conde de Santa Fé e Artur),  na Zona Norte/Nordeste da cidade.  O crime foi constatado nesta 5ª feira (13/09/2018), durante operação realizada com parceria da Secretaria de Segurança Pública.

A Sabesp informa que acompanha continuamente o histórico de consumo de seus clientes. No caso deste flagrante, o estabelecimento apresentava nos últimos meses média de consumo menor do que o normal para este tipo de comércio. Durante a vistoria, a Sabesp constatou manipulação no hidrômetro que impedia o registro correto do volume consumido. A estimativa é que tenham sido furtados 973 mil litros de água nos últimos 12 meses. A quantia seria suficiente para abastecer mais de 8 mil pessoas por um dia.

O proprietário foi conduzido pela Polícia Civil ao 13º Distrito Policial,  autuado pelo crime de furto, tipificado no Artigo 155 do Código Penal, que prevê de um a quatro anos de reclusão. A pena pode subir para até oito anos de cadeia caso haja qualificação – como quando há participação de duas ou mais pessoas ou destruição de equipamentos. O responsável pelo estabelecimento deverá realizar também o pagamento retroativo pela água consumida.

Esse tipo de fraude prejudica toda a população. Quem comete o crime de furto de água não se preocupa com o desperdício, pois acredita que não vai pagar pelo alto consumo. É comum entre fraudadores deixar torneiras abertas e não consertar vazamentos. Em casos de irregularidade, os proprietários ou representantes dos imóveis são convocados para prestar esclarecimentos para a polícia, com respectiva abertura de inquérito para investigar os responsáveis pelo furto de água.

Para identificar esse tipo de crime, a Sabesp trabalha com as equipes de caça-fraude, que acompanham o consumo e vistoriam os imóveis. Além disso, conta com a colaboração dos próprios moradores, que podem relatar casos suspeitos pela Central de Atendimento (195) ou pelo Disque-Denúncia (181). A chamada é gratuita e não exige a identificação de quem telefona. << Com apoio de informações/fonte: Assessoria de Comunicação Sabesp >>

Institucional Trevo

1 COMENTÁRIO

  1. Pois é a gente que mora num cubículo é paga horrores na conta de água!! E esse povo passando a perna na Sabesp.kkkkk

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