No próximo sábado (20/05/2017), às 11 horas, o Shopping D  (Av. Cruzeiro do Sul, 1.100 – próximo do Terminal Rodoviário do Tietê – Informações:  4506-6000) recebe a “Sessão Azul”, com intuito de proporcionar momentos de lazer e cultura para crianças e adultos, que necessitam de cuidados especiais, em salas de exibição adaptadas. Local: Piso G2-Cinemark.

Referência na zona norte da capital, o Shopping D retoma as sessões de cinema especialmente dedicadas às crianças com distúrbios sensoriais. O projeto, chamado “Sessão Azul”, permite preparar as salas para acomodar crianças, além de jovens e adultos, durante as exibições de filmes que estão em cartaz. A atração, promovida também em 2016 no empreendimento, retorna neste ano, tendo como destaque o filme “Os Smurfs e a Vila Perdida”, no formato dublado, a partir das 11 horas.

Com o objetivo de ampliar lazer e cultura a esse público e suas famílias, o empreendimento oferecerá com essas sessões a cada dois meses, contando ainda com a parceria da AUMA (Associação Amigos da Criança Autista) e da CapaciTEAutismo. Para participar, os interessados devem acessar o site www.sessaoazul.com.br e mais informações podem também ser obtidas pelo e-mail contato@sessaoazul.com.br. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.ingresso.com ou na bilheteria do cinema. Todos os participantes do evento pagam meia entrada.

Para a gerente de marketing do Shopping D, Rubia de Oliveira, dar continuidade ao projeto é algo bem além da acessibilidade. “O público recebeu muito bem a chegada do projeto ao empreendimento e, especialmente os participantes da primeira sessão, aguardam com expectativa a próxima data, o que contribuiu para que integrássemos, agora, a Sessão Azul com maior frequência. Os participantes terão conforto, praticidade e segurança, além da completa infraestrutura para que cada exibição seja um passeio ainda mais agradável”, diz.

PROJETO – A Sessão Azul surgiu da necessidade de famílias de crianças com distúrbios sensoriais que muitas vezes deixavam de ter um convívio social por receio ou até vergonha da reação de suas crianças em ambientes que para eles talvez não sejam tão confortáveis, como por exemplo o cinema. Durante a exibição, as luzes permanecem acesas, o volume do som é reduzido, e a plateia fica livre para andar pela sala, cantar, falar, entre outras movimentações. Também são escolhidos sempre filmes dublados e geralmente um título infantil. Não são exibidos trailers comerciais e há também uma equipe de profissionais capacitados presentes no local que acompanham e orientam os pais e a família, na adaptação ao ambiente. Os idealizadores do projeto reforçam que opções de lazer desse tipo podem ajudar na interação das crianças e jovens, com esse distúrbio a médio e longo prazo. << Com apoio de informações/fonte: FBCOM Comunicação Corporativa >>

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