Artistas de diferentes estilos sobem ao palco do Sesc Santana (Av. Luiz Dumont Villares, 579 – Jd.São Paulo/Santana – Informações: 2971.8700), nos dias 26  (sábado, 21h00) e 27 de agosto (domingo, 18 horas) para um tributo a Antônio Carlos Belchior, conhecido simplesmente por Belchior, no show “Velha Roupa Colorida – homenagem a Belchior”.

As composições desse ícone da música brasileira são o ponto de partida para o encontro de Dani Black, Hélio Flanders, Pélico e Teago Oliveira, nomes que agitam a cena musical brasileira. Como mote da apresentação no Sesc, o disco Alucinação (1976), álbum que traz uma visão poética da metrópole paulistana da década de 70.

Belchior, genioso, de voz grave e um defensor da liberdade de expressão, foi considerado por muitos críticos como uma “lenda viva” do cancioneiro nacional. Suas músicas tratam de temas sociais, dos conflitos internos do autor e da busca por se encaixar na sociedade múltipla. O “rapaz latino americano” (citação da faixa Apenas um rapaz latino americano) soube harmonizar as suas inseguranças e reflexões em hits entoados por si próprio ou na voz de grandes intérpretes, como Elis Regina, Jair Rodrigues, Vanusa, Jessé e Ana Carolina.

“Em Velha Roupa Colorida – Homenagem a Belchior, projeto idealizado por Teago Oliveira (integrante da banda Maglore), e com direção artística/musical de Xuxa Levy, a ideia é visitar os clássicos produzidos pelo músico e reviver a obra desse mito.  Na maioria das músicas que serão tocadas no evento, os arranjos são bem semelhantes aos originais, mas alguns foram alterados, para dar uma linguagem mais atual ao projeto”, afirma Xuxa Levy.

No palco, os músicos convidados (Dani Black, Hélio Flanders, Pélico e Teago Oliveira) e a banda formada por Xuxa Levy (teclados), Davi Gomes (bateria), Teago Oliveira (violões e guitarra), Dudinha Lima (baixo), Regis Damasceno (guitarra elétrica e violões), Denilson Martins (sax e flauta) e Will Bone (trombone, trompete, synths, etc.) prometem balançar o público.

Medo de avião”, “Apenas um rapaz latino-americano”, “Divina comédia humana”, “A palo seco” e “Como nossos pais”, são algumas das canções escolhidas para a seleção musical das apresentações.

SOBRE OS ARTISTAS

Dani Black já esteve envolvido em uma boa parte das composições da cena indie paulistana, seja por ser um dos integrantes do 5 a Seco, por fazer parte do time de compositores prestigiados por Maria Gadú, Ney Matogrosso, Lenine e Chico César, ou mesmo por sua carreira solo: o que não faltam são territórios onde o músico já não tenha deixado a sua marca. Tão vasta quanto a experiência no palco, assim é a sonoridade que acompanha a sua trajetória, pendendo involuntariamente para o pop, mas com registros de boas ideias, onde a poesia das letras é tão importante quanto o impacto sonoro dos arranjos.

Helio Flanders é conhecido por ser o vocalista do Vanguart, mas se engana quem pensa que o artista não navega por outros sons. O músico tem no seu currículo, participações nos álbuns de Márcia Castro e Paula Toller, e, acaba de lançar o seu primeiro disco solo, Uma temporada fora de mim.

Pélico busca a sonoridade e diversidade de estilos, principal destaque nas composições do artista, em cada novo projeto. Da Zona Leste à Oeste, de Roberto Carlos aos Beatles, passando por Cartola, o repertório de influências do cantor parece, à principio, contraditório. E é, na verdade, a senha para desvendar sua intensa produção. Em seu recente álbum, Euforia, Pélico mescla ritmos do pop ao samba, em uma levada intensa e dançante.

Teago Oliveira é membro fundador da banda Maglore (formada há seis anos em Salvador) da qual é cantor, compositor e guitarrista. Já dividiu palco com nomes como Tom Zé, Lenine, Marcelo Camelo e Carlinhos Brown.

Xuxa Levy é maestro, compositor e produtor musical. Na estrada há mais de 20 anos, produziu trabalhos importantes como Cidadania nas Ruas com Caetano Veloso, Baby do Brasil, Tom Zé, além do projeto Raul Seixas-Gita 40.. Xuxa também é compositor e produtor musical do disco recém lançado do rapper Emicida Sobre Crianças, Quadris,Pesadelos e Lições de Casa gravado na África e que é considerado pela crítica especializada como um dos melhores discos brasileiros de 2015. << Com base nas informações/fonte: Assessoria de Comunicação Sesc-Santana >>

SERVIÇO:

Teatro. Capacidade: 330 lugares.

Recomendação etária: livre. Duração: 90 minutos.

Ingressos: R$7,50 a R$25,00.

Acesso para deficientes – estacionamento – ar condicionado.

Estacionamento – R$7,50 a R$15 período do espetáculo. Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portal www.sescsp.org.br

Funcionamento da bilheteria do Sesc Santana – de terça a sexta, das 9h às 21h, aos sábados, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h45. Aceitam-se cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro, Redeshop e Cheque Eletrônico). Ingressos podem ser adquiridos em todas as unidades do Sesc.

Organicos

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