por Redação DiárioZonaNorte 

— O caso da linha 2175 no Jardim Guançã continua na novela da São Paulo Transportes (SP Trans). De estudo em estudo, de reunião em reunião, a situação vai passando e daqui mais um pouco estaremos entrando em 2018 com o mesmo ou novos problemas. Depois do imbróglio que relatamos na matéria de 11/08/2017 ( ver link: https://bit.ly/2gixj34  – com todos os lances do assunto e mais os itinerários prometidos ), essa empresa municipal que controla o transporte público da cidade comunicava que no dia 26/08/2017 (sábado passado) estaria retornando a Linha 2175 com o novo itinerário e com ponto final no Parque D.Pedro II.

E o sábado chegou. Neste primeiro dia do retorno da Linha 2175 como Parque Edu Chaves / Terminal Parque D.Pedro II iniciou com intervalos bem altos e com cortes de itinerários pelos motoristas. Um morador do Jardim Guançã chegou ao ponto às 8 horas manhã e ficou aguardando a passagem do ônibus por 01 hora e 25 minutos.

Outro morador observou que, além de intervalos longos entre os pontos, por volta das 16 horas, o motorista do carro 2-16442 cortou o itinerário no trecho do Jardim Guançã, ao invés de passar pelas Av. Marechal Argolo Ferrão, Rua Sebastian Bach, Av. Ten. José Jerônimo de Mesquita e Rua dos Gauleses. O motorista seguiu direto pela Av. Manuel  Antônio Gonçalves.

Notou-se também que não há nenhum ponto de ônibus no trecho da Av. Tenente José Jeronimo de Mesquita até a Av. Manuel Antônio Gonçalves. E os motoristas continuaram cortando itinerário no Jardim Guançã.

Os moradores admitem que o percurso tornou-se mais rápido pela Av. Celso Garcia e o tempo total é de 50 minutos, mas em contrapartida a quantidade de veículos para operar no sábado passado foi muito baixa. E os motoristas continuavam a cortar caminhos e fazendo outros itinerários no Jardim Guançã. Há necessidade de avaliar o que vai acontecer durante nesta primeira semana – o que acompanharemos junto aos moradores.

O DiárioZonaNorte  entrou em contato telefônico com Christina Borges, do Setor Comunidade da SP Trans, para ter a posição da empresa. Ela solicitou que o questionamento fosse por escrito, o que estamos fazendo agora com a nota publicada, e concedendo o direito de resposta à SP Trans.

 

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