“Estava entrevada, passando por sessões de fisioterapia e sem conseguir pentear meu cabelo, mas depois que comecei a praticar a zumba me sinto com 18 anos!”, dispara com alegria a septuagenária Dirce Nogueira de Oliveira, uma auxiliar de enfermagem aposentada, mãe de dez filhos e que há quatro não perde uma aula de dança do Grupo de Atividade Física, organizado pelas agentes comunitárias de saúde (ACS) da Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim das Pedras (Serra da Cantareira), da Coordenadoria Regional de Saúde Norte (CRS-Norte) e gerenciada pelo Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (IABAS).

Histórias como a de dona Dirce são comuns entre os 45 usuários da UBS que frequentam semanalmente as aulas de zumba, as quartas e as sextas, e lian gong, as segundas, no salão paroquial da Paróquia Santa Terezinha, próxima ao serviço de saúde. As atividades são ministradas pelos ACS Albanita Clemente da Silva, Gilvanice de Jesus Moura, Kenys Brendo Lopes e Bianca da Silva, que atuam na única equipe Estratégia Saúde da Família (ESF).

“A atividade teve início com cinco pessoas, por iniciativa da enfermeira Vanessa, que não está mais na unidade.Mas, há dois anos engrenou de uma tal maneira que já chegamos a ter em um dia 50 pessoas aqui nesse salão”, relembra o ACS Kenys Brendo Lopes.

Mas, a ideia de usar a zumba como atividade aeróbica veio das ACS Albanita Clemente da Silva e Gilvanice de Jesus Moura. “Quando a enfermeira Vanessa saiu, assumimos o grupo. Como frequentamos academia e a aula que mais gostamos é a de zumba, nos especializamos na coreografia e trouxemos para cá”, esclarece a ACS Gilvanice.

O grupo de alunos, composto majoritariamente por mulheres, é monitorado por uma enfermeira antes do início da atividade aeróbica, pois caso alguém apresente a pressão arterial alterada no ato da medição fica impedido de participar da aula até que passe por uma investigação mais profunda.

“Percebemos que no início as pessoas chegavam depressivas, com dificuldade de relacionamento e bem acima do peso. Hoje, elas têm mais energia, estão conseguindo conservar o peso e mantido a pressão arterial e a diabetes sob controle”, destaca a ACS Albanita Clemente da Silva.

Ao final da atividade, todos fazem alongamento ao som de uma música para relaxamento, depois todos hidratam o corpo e fecham o encontro entoando o grito de guerra do grupo: “Quem dança é mais feliz!”. << Informações/Fonte: Nilson Hernandes — Assessoria de Comunicação/CRS-Norte>>

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